quinta-feira, 15 de maio de 2008

Notinhas musicais

Há rumores de que Madonna vem ao Brasil no início de dezembro, para uma apresentação no Maracanã. Será que ela vem? Será que a diva vem causar com os tupiniquins? Adoro!

Foi confirmado que o cantor-dancer-ator Justin Timberlake não virá ao Brasil, pelo menos este ano. Ensaiaram tanto dizendo que ele vinha. Até disseram que ele vinha no mesmo vôo da Shakira. Que nada! Vai continuar rebolando na gringa mesmo!

A colombiana-tudo-de-bom Shakira está pensando em aparecer por aqui. Que ela adora o Brasil, todos sabem, mas será que ela vai ter pique de vir requebrar por aqui depois do Rock in Rio Madri? A gata vai fazer um mega show por lá. Quem estiver na área, vai e me conta.

A vinda para o Brasil de Joss Stone está confirmadíssima! Aqui em Sampa, os shows rolam dias 15 e 16 de junho no Via Funchal. Bem que podia ser no Audiotório do Ibirapuera, né? Claro que não. Claro que ela quer ganhar dinheiro e não fazer um show intimista. Quem puder, contrate a bonitinha-talentosa para cantar no próprio aniversário, ela deve cobrar menos que o CSS. Incrível!

Hoje, quinta-feira, tem show da Bruna Caram no Tom Jazz. A menina se apresentou na Virada Cultural, fez um show gratuito no Sesc Pompéia esta semana, e hoje dá o ar da graça na casa de shows em Higienópolis. Para quem gosta de um repertório calminho e afinado, vale a dica!


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Blá blá blá com Lobão

Estes dias eu estava ouvindo Lobão e fiquei com saudade de um cd que eu tinha que era uma espécie de "melhores hits".

Comecei esta semana com uma única pergunta que ninguém ousou me responder:

Tá a fim de arrebentar no universo paralelo?


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segunda-feira, 12 de maio de 2008

Dia das Mães

Quase quatro horas de bate-perna atrás de uma caixinha com coisinhas especiais e NADA. Nadinha. A idéia de colocar muitas coisas em uma caixinha teria sido brilhante se estas coisinhas tivessem sido achadas. Não foram. Achei uma só. Um broche. E o pequeno broche russo ficou tão sem gracinha fora de uma caixa e sem embrulho. Ainda bem que mãe é mãe e acha tudo lindo.


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Beleza Rara


beleza rara...



fotografada por esta alma doce...


que além de doce, também chora


As fotos de Sharon Eve contam uma estória. A estória que você quiser.
A menina sapeca que é uma bela mulher, tem nome de princesa e fotografa com a alma. Há vestígios de sua alma encantada em cada uma de suas imagens.

Para se encantar:


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quarta-feira, 7 de maio de 2008

É?

É verdade que sopa de pacotinho dá dor de cabeça?

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Primeiro treina, depois compra

De repente percebo um vazio.

Ele deve estar diariamente comigo, mas nem sempre o percebo. Hoje percebi e foi cruel. Ele me acompanhou o dia inteiro e permanece. Será que vai embora? Será que é pra sempre?

Relembrar de certas coisas faz muito mal. Por que é que a gente sempre relembra de coisa ruim? Ou será que sou eu? Nada de bom. Impressionante. Me senti tão pequenininha diante dos fatos. Minúscula. Uma adulta miniatura mesmo. Fraca. Às vezes acho que o preço de vestir uma máscara pro resto da vida compensa mais do que o preço que pagamos por sermos nós. É duro perceber que o vazio está logo aqui, as coisas estão ruins e tudo isso é por sua causa. Porque você é você. Se você fosse um personagem, as coisas não estariam assim. Dói.

Quanto custa a dor? São poucos os que compram, mas todos pagam. É caro pra burro. Uma compra sem muita escolha. Mesmo sem escolher, tá pagando.

Quanto custa a máscara? Mas tem que ser uma especial, que não caia nunca. Fiquemos com ela a vida inteira. Quanto será que sai? Será que dá muito trabalho brincar de personagem? Talvez dê pra arrancar boas risadas, algo que às vezes, na vida, fica complicado. Têm máscaras lindas, mas são todas não muito práticas.

Sabe como é quando você encontra uma pessoa que não quer mais ver? Não porque aconteceu algo grave, simplesmente porque um dia se chateou e percebeu que ela não é tão bacana assim. Coisa boba até. É chato encontrá-la. Desagradável. Ela te cumprimenta de qualquer jeito. Era melhor que ignorasse. Até aí tudo bem. Alguns dias depois do encontro chato, você quer contar para outra pessoa o acontecido. Um pouco antes de contar, é surpreendida ao saber que esta pessoa que ouviria toda a estória está super amiga do ser desagradável. Não é. Está. Você conta a estória mesmo assim? Não. E no meu caso, ainda não gosto nem um pouco de saber que estão amigas.

Sou egoísta será? Nunca pensei assim. Não por isso.

Tem muita coisa por aí para ser aprendida. Antes mesmo de eu decidir se vou comprar uma máscara ou continuar lavando o rosto após uma e outra porrada. É verdade também que há uma certa urgência em adquirir sabedoria. Urgência esta que, se não administrada, a vida complica ainda mais. Vai ser sempre mais devagar do que gostaríamos. Vamos querer pra ontem e só vamos ter sei lá quando, isso é, se tivermos.

O que nos resta é aprender a dançar no ritimo. Clichê isso mas é verdade. Caso contrário, o descontentamento será diário e ficaremos paralisados. Vai doer e paralisar. A dança é chata muitas vezes, machuca os pés, força o joelho e sobrecarrega a coluna. Porém, a maioria dos espetáculos são belos, impressionam e comovem.

Tentemos. Passo a passo. Sozinho ou não.

Se você tiver uma Deborah Colker ou um Carlinhos de Jesus na família, aí fica bem mais fácil. Grude neles! Vale até perguntar pra eles, ao final do treino, se eles preferem máscaras ou cara lavada. Quem sabe eles não são fans de shopping center ou conhecem um bom sabonete e água termal?!


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sábado, 3 de maio de 2008

Ontem: uma noite muito fria e necessária

Uma observação: pérolas de uma noite muito fria

"...É Lucimara, só pra você saber, tá?"

- "Eu te conheço!"
- "Eu não."


Uma constatação: breve explanação de uma noite muito fria

Eram três adultos sentados em um conhecido bar em uma noite muito muito fria. Encontro que não tinha grande chances de acontecer naquele dia, mas aconteceu. Um encontro que virou outro. O que foi ótimo. Dois homens e uma mulher.

As pessoas são falíveis e tropeçam um bocado. Aprendi a sorrir com isso. Ainda bem que temos conflitos. Como seria o mundo se ninguém sentisse dor, raiva e dificuldade? Até mesmo se ninguém amasse? Me percebi crente das grandes emoções. Uma crença genuína e construída depois de alguns episódios vividos. Quando dei por mim, eu era uma mulher grata por tudo que passei e tenho. Eu sou melhor hoje, sem qualquer sombra de dúvida.

Aquele homem amado que estava com você naquele bar também carece. Foi assim que eu o vi ontem. O coração bateu mais forte quando concluí que ele faz como pode, como sabe. E ele sabe muitas coisas. Outras ele virá a saber, ou não.

Pensei que hoje eu já posso dizer que conto uma estória. Estória sobre história. Uma estória que não passa de três capítulos, ou até cinco, mas a qual me parece bacana e me instiga o suficiente para que tenha um fim. Começo, meio e fim feitos por mim ou pelas circunstâncias. E não, nada de conto de fadas. Continuo dispensando as fantasias e cenários multi-coloridos.

VS.